quinta-feira, 10 de abril de 2014

GÊNEROS TEXTUAIS



O viés crítico das tirinhas: como trabalhar o cotidiano em quadrinhos




As tiras cômicas: origens e atualidades

tira é uma sequência de imagens.
Atualmente, usamos o termo para definir as tiras curtas publicadas diariamente em jornais.
Historicamente, a “tira” designava qualquer espécie de tira, não havendo limite máximo de quadros, sendo o mínimo de dois.
As tiras dominicais dos Estados Unidos, por exemplo, eram coloridas e podiam ocupar uma página inteira de jornal (formato tabloide).  

A tira colorida do "Yellow Kid e seu novo fonógrafo", datada de 25 de outubro de 1896.


As Tiras dominicais dos Estados Unidos tiveram sua origem nas daily strips (tiras diárias) em preto e branco, cujo pioneiro foi Clare Briggs (1875 – 1930), com seu personagem A. Piker Clerk, criado em 1904, a pedido do do Jornal Chicago American.
O cartunista Jimmy Swinnerton, em sua tira The Little Bears, introduziu a arte sequencial e personagens recorrentes no jornal do magnata William Randolph Hearst, chamado San Francisco Examiner.
Mas elas não eram exatamente uma novidade. Os primeiros jornais americanos a publicarem tiras diárias apareceram no século XIX, pouco depois da invenção da imprensa colorida.
 As tiras surgiram como formas de divertimento.
Sua publicação era diária, nos jornais norte-americanos.
Podiam ser chamadas simplesmente de comics ou de comic strip, equivalente, em inglês, à tira cômica ou simplesmente tira.
Na década de 1920 surgiram, também, as adventure strips, ou tiras de aventura. Elas representavam fragmentos de seriados, como Ivanhoé e a Ilha do Tesouro.
As adventure strips popularizaram, também personagens como Tarzan (1929), Buck Rogers (1929), Dick Tracy (1931) e Flash Gordon(1934).


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